Falta de medicamentos – Situação é gravíssima em Santa Catarina

O deputado Neodi Saretta, presidente da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa de Santa Catarina, classificou a situação como “gravíssima”

O deputado Neodi Saretta, presidente da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa de Santa Catarina,  relatou nesta quarta-feira a escassez de medicamentos básicos, como antibióticos, analgésicos e anti-inflamatórios, em hospitais e farmácias do sistema público de saúde.

caixas de Antibióticos (amoxilina, astro, cefalexina) que estão em falta em hospitais e farmácias – Foto: Gladionor Ramos/NDTV
Antibióticos estão em falta em hospitais e farmácias – Foto: Gladionor Ramos/NDTV

Saretta classificou a situação como “gravíssima” e relatou que encaminhou pedido ao Secretário Estadual de Saúde, Aldo Neto, solicitando urgência na regularização do fornecimento dos medicamentos, principalmente os antibióticos, entre eles a amoxicilina, na rede pública de saúde.

“Temos uma grande alta de casos de doenças respiratórias, com a lotação de hospitais, por isso é primordial que o Estado solucione com urgência a falta dos medicamentos, principalmente os antibióticos, que são primordiais no tratamento dos casos mais graves”, disse o deputado na Tribuna da Assembleia.

Segundo o deputado, o momento é de apreensão diante dos leitos de UTIs lotados e, inclusive, a Comissão de Saúde vai promover uma audiência pública para tratar deste assunto. Ele destacou que o Ministério da Saúde, junto com a Secretaria da Saúde precisam providenciar a regularização imediata no fornecimento dos medicamentos.

“Temos um novo surto gripal, envolvendo o vírus Influenza, o aumento de casos da Covid, o problema das cirurgias eletivas – não é possível SC continuar com mais de 100 mil pessoas esperando – e, agora, a escassez de diversos medicamentos.”

Fonte: ND Mais.

Sobre o Movimento Medicamento no Tempo Certo

O Movimento Medicamento no Tempo Certo (MTC) reúne relatos de pacientes de todo o Brasil, sobre a falta de medicamentos. Por meio deste relato, são realizadas ações de cobranças aos órgãos públicas solicitando a regularização do fornecimento de medicamentos. Somente em 2022, o Movimento Medicamento no Tempo Certo prestou suporte a mais de 12 mil pacientes que estavam sem medicamentos.

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